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domingo, 31 de janeiro de 2016

O menino e o caminhão vermelho


Acho que existem várias formas de ser imigrante ou filho de imigrante. Quem olha de fora até pode ter pena daqueles filhos e netos e irmãos e primos e sobrinhos e amigos que vivem longe do seus amigos, tios, primos, irmãos, avós e pais. Mas, acredite, não é preciso ter pena. Na minha opinião. O amor que um imigrante, ou filho de imigrante, carrega no coração é tão grande que aqueles que ficaram do outro lado estão sempre ao seu lado. Todo santo dia. Como o último encontro tivesse sido ontem e o próximo amanhã. Os nomes são mencionados quase diariamente. E, no caso desta criança de 3 anos (que não é minha...) o seu avô, que ficou do outro lado do oceano, segue com ele pelas ruas de Lisboa, diariamente.















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