Adorei o que a poeta portuguesa, Matilde Campilho, disse na Flip, Festa Literária Internacional de Paraty:
“É preciso, sim, desenhar, é preciso fazer canções. A poesia, a música uma pintura, isso não salva o mundo, mas salva o minuto. E é suficiente. A gente está aqui para dançar um pouco sobre os escombros. O cirurgião vai tentar salvar todas as vidas que puder. A gente vai poder salvar os segundos – da minha vida, da vida de todos meus amigos.”
só acrescentava à poesia, à música e à pintura: a fotografia. Acho que ela também salva o minuto!

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